DUAS GRUAS LIEBHERR ASCENSORIAIS NO ÓRION BUSINESS & HEALTH COMPLEX

12 de julho de 2016

liebherrpoco1Duas gruas 85 EC-B 5b FR.tronic, produzidas no Brasil, operam na construção do complexo que será o maior empreendimento comercial da região Centro-oeste do país, o Órion Business & Health Complex, do Consórcio Construtor GVC & FR Incorporadora. Os equipamentos estão na obra há cerca de um ano e já atingiram as alturas de 134 ms e 120 m.

Iniciada em março de 2014, a construção do empreendimento Órion Business & Health Complex, feita em estrutura em concreto armado e protendido, com vedação em blocos de concreto e drywall, já está avançada. As duas gruas Liebherr estão sendo utilizadas no transporte dos mais diversos tipos de materiais, como formas, ferragens, concreto, drywall, estruturas metálicas, cabos entre outros, atendem à cerca de 95% da área total construída do complexo, que mede quase 124.7000 m². O complexo atingirá uma altura de 175 m.

A operação das gruas Liebherr chama atenção pelo método: pela primeira vez no Brasil o 85 EC-B 5b de fabricação nacional opera de forma ascensional, dentro do poço do elevador. Com isso, são necessários menos segmentos de torre para se atingir a altura pretendida da obra.

Construção com método ascensional

A grua ascensional oferece vantagens para obras a partir de determinadas alturas – que podem variar em função da aplicação do equipamento. Isso porque demanda menos segmentos de torre para se atingir a altura final da construção. No caso do Órion Business & Health Complex, as gruas 85 EC-B 5b FR.tronic foram adquiridas pela construtora com altura livre de gancho de 36,2 m e 28,4 m cada uma. Essa diferença entre as alturas de montagem inicial dos equipamentos foi estabelecida para que as lanças , montadas respectivamente com 50 e 25 m, não interferissem uma na outra. A primeira grua  atingirá uma altura final de 185 m e o outro de 120 m.

No Órion Business & Complex as gruas 85 EC-B 5b FR.tronic foram montadas cada uma dentro de um poço de elevador, de modo que pudessem atender à quase toda a construção do complexo. As bases dos equipamentos foram integradas a fundação da obra, evitando assim custos adicionais de fundação. Após os pavimentos atingirem 10,2 m de altura – ressaltando que o nível inicial da obra era de -9,4 m, foi realizada a primeira telescopagem ascensional: com duas ancoragens, as bases dos equipamentos foram soltas do solo, e por meio de mecanismos das próprias gruas, os dois equipamentos foram erguidos por completo, inicialmente em 8,8 metros. Com essa operação, o equipamento efetivamente deixa de tocar o solo e passa a ficar apoiado no edifício. Esse procedimento é repetido até que se atinja a altura requerida, no caso do guindaste mais alto 14 vezes e do mais baixo, 10 vezes. A altura erguida em cada um desses passos de telescopagem variou entre 8,8 m e 12,96 m.

Não é somente a altura da obra que deve ser levada em consideração na hora de optar por um equipamento ascensional. Entre outros fatores, o posicionamento das torres e, consequentemente, dos equipamentos também é essencial: quanto mais centrais na obra, maior a área que a grua poderá cobrir.

Trabalho em parceria

O estudo da aplicação das gruas na obra foi feito em próxima parceira do Consórcio com o Tower Crane Solutions da Liebherr. De acordo com as necessidades da obra, tarefas a serem realizadas e os desafios impostos, a Liebherr fez um estudo minucioso, indicando o melhor posicionamento dos equipamentos no canteiro, levando em consideração o layout da obra, locais de descarregamento e depósito de carga e interferência entre os demais equipamentos da obra.

Para a realização das telescopagens, o Consório também contou com o auxílio técnico da equipe da Liebherr, que realizou o procedimento nas três primeiras vezes, ensinado à equipe da obra como proceder. A partir da quarta telescopagem, o Consórcio pode realizar o procedimento sem o acompanhamento da Liebherr.

Segundo o Consórcio, a utilização das gruas 85 EC-B 5b FR.tronic trouxe ganhos em produtividade e tempo de execução da obra, auxiliando no transporte de um volume considerável de materiais. Os dois equipamentos deverão terminar suas operações no Órion Business & Complex em janeiro de 2017, após 18 meses. A previsão é que o complexo seja inaugurado em dezembro de 2017.

 

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