CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE AS EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS E A COMBUSTÃO

8 de Fevereiro de 2018

Quando o assunto é movimentação e transporte de grandes volumes de cargas, as empilhadeiras tornam-se itens imprescindíveis. Atualmente, empresas de diferentes portes e setores contam com o equipamento para diminuir o serviço braçal dos funcionários e também para dar mais velocidade aos processos. Porém, uma dúvida que sempre surge entre os interessados em adquirir essa tecnologia é referente ao modelo mais indicado para a sua operação. No mercado, as versões mais conhecidas são as a combustão, que utilizam o gás liquefeito de petróleo (GLP), diesel e gasolina e podem transportar até 41 toneladas, e as elétricas que funcionam por meio de motores elétricos e usam baterias tradicionais recarregáveis. Ambas são compostas por torre de elevação, corrente de elevação, alavanca hidráulica, sistema hidráulico, garfos e cabine.

“Para fazer a escolha correta e melhorar o fluxo de entrada e saída das mercadorias dentro do armazém, o ideal é observar características da estrutura onde a máquina será empregada, como a largura dos corredores e o tamanho e peso do produto a ser transportado”, orienta Bruno Almeida, Coordenador de Produtos da Somov, empresa do Grupo Sotreq, especializada na comercialização, aluguel e manutenção de empilhadeiras das marcas Hyster® e Yale®.

Elétrica ou a combustão?

Além da grande capacidade para carregamento de materiais pesados, as empilhadeiras a combustão atingem uma maior velocidade de deslocamento. Com relação ao preço para aquisição, é inferior aos movidos a eletricidade. No entanto, pelo fato de usar combustíveis como GLP, diesel ou gasolina, costumam emitir gases poluentes, o que dificulta a utilização em ambientes internos.

“No portfólio da Somov temos as Empilhadeira Hyster XT e a Yale MX que podem ser aplicadas em áreas externas e internas que permitem ao usuário a configuração da potência do motor para o modo mais econômico, garantindo uma redução dos custos com combustível e diminuindo os danos ambientais”, descreve Almeida.

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